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    ORDENHA MANUAL

    1. DEFINIÇÃO


    Esvaziamento das mamas.


    2. OBJETIVO


    É utilizado algumas vezes para aliviar o desconforto de um seio muito cheio quando o bebê não pode mamar imediatamente ou quando não consegue pegar o mamilo do seio muito cheio.


    3. APLICAÇÃO


    Unidade de Clínica Obstétrica.


    4. RESPONSÁVEIS


    Enfermeiro

    Técnico de enfermagem

    Mãe


    5. FREQUENCIA


    Quando houver excesso de leite.


    6. MATERIAS NECESSÁRIOS


    Luva de procedimento

    Touca descartável

    Mascara descartável

    Vasilhame de vidro estéril com boca larga e tampa plástica


    7. DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO


    AGENTE

    DESCRIÇÃO

    Enfermeiro / Técnico de enfermagem


    Escolha um local tranqüilo;

    Lavar as mãos;

    Colocar a mãe em posição confortável;

    Colocar a touca e máscara na mãe e no profissional que for auxiliar;

    As mamas devem estar limpas;

    Lavar as mãos e calçar as luvas;

    Massagear a mama no sentido aréola-tórax, realizando movimentos circulares com as pontas dos dedos;

    Posicionar o vasilhame de vidro abaixo da aréola, a mulher poderá auxiliar segurando o vasilhame;

    O seio é envolto com a mão; colocar o polegar na aréola acima do mamilo e o indicador por baixo do mamilo e forma de C;

    Pressionar a aréola contra o tórax sem mover os dedos, esse movimento comprime os seios lácteos, e o elite goteja, ou flui pelo mamilo;

    O movimento de fazer pressão para trás, pressionar os dedos juntos e diminuir a pressão deve ser repetido ritmadamente, e na freqüência aproximada do movimento das mandíbulas do bebê quando mama, para haver ejeção do leite;

    Se o leite for alimentar o bebê, deverá ser colocado em copinho e dado vagarosamente, se não for usado imediatamente deve ser coberto e colocado no refrigerador.



    8. ITENS DE CONTROLE

       

    Não se aplica.


    9. AÇOES CORRETIVAS


    Não se aplica.


    10. ANEXO


    Não se aplica.


    11. REFERÊNCIAS


    FIGUEIREDO, N. M. A. et AL. Práticas de enfermagem. 1ed. São Caetano do Sul: Yendis, 2005.



    ZIEGEL,E.E.,CRANLEY,M.S. Enfermagem obstétrica. 8 ed.Guanabara,1985.


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     VERIFICAÇÃO DOS BATIMENTOS CARDIOFETAIS 

    1. DEFINIÇÃO


    É a verificação dos batimentos cardiofetais através da ausculta.


    2. OBJETIVO


    Constatar a presença, ritmo, freqüência e a normalidade dos batimentos cardiofetais – BCF.


    3. APLICAÇÃO


    Unidade de Clínica de Obstetrícia e no Centro Obstétrico


    4. RESPONSÁVEIS


    Enfermeiro


    5. FREQUENCIA


    Durante a internação hospitalar.


    6. MATERIAS NECESSÁRIOS


    Estetoscópio de Pinard


    7. DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO


    É considerada normal a freqüência cardíaca fetal entre 120 e 160 bpm.

    BCFs não audíveis com estetoscópio de Pinard, quando a idade gestacional for igual ou maior que 24 semanas.

    Condições que prejudicam uma boa ausculta: obesidade materna e dificuldade de identificar o dorso fetal.


    AGENTE

    DESCRIÇÃO

    Enfermeiro

    Posicionar a gestante em decúbito dorsal, com o abdome descoberto;

    Perguntar à gestante em qual lado ela mais sente os movimentos fetais;

    Segurar o estetoscópio de Pinard pelo tubo, encostando a extremidade de abertura mais ampla no local previamente identificado como correspondente ao dorso fetal;

    Encostar o pavilhão da orelha na outra extremidade do estetoscópio;

    Fazer com a cabeça uma leve pressão sobre o estetoscópio e só então retirar a mão que segura o tubo;

    Procurar o melhor foco para a ausculta dos BCF;

    Controlar o pulso da gestante, para certificar-se que os batimentos ouvidos são os fetais;

    Contar o BCF em um minuto, observando freqüência e ritmo;

    Registrar os BCF no prontuário.


    8. ITENS DE CONTROLE


    Não se aplica


    9. AÇOES CORRETIVAS


    Não se aplica


    10. ANEXO


    Não se aplica


    11. REFERÊNCIAS


    FIGUEIREDO, N. M. A. et AL. Tratado prático de enfermagem. v 01. 2ed. São Caetano do Sul: Yendis, 2008.




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    A padronização em serviços de enfermagem pode apresentar resultados positivos

    Devido a grande procura estamos publicados uma serei de postagens relacionados com a padronização em serviços de enfermagem.

    A padronização em serviços de enfermagem pode apresentar resultados positivos que vão desde a qualificação do profissional até redução de riscos e aumento da satisfação dos usuários. Cabe à instituição e saúde encontrar as metodologias e as ferramentas mais indicadas para cada situação
    Antes de se falar em elaboração de documentos normativos para a enfermagem tais como regimentos, normas, protocolos, procedimentos operacionais padrão (POP), se faz necessário compreender o contexto onde eles são produzidos e utilizados. Para a gestão de qualidade nas instituições de saúde podem ser usadas diversas metodologias, entre as quais, destaca-se o mapeamento e o monitoramento dos processos de trabalho e seus resultados, a identificação e priorização de problemas e suas causas.

    Além destas, existem a implementação de ações preventivas e de melhoria continua, bem como um sistema de documentação. Estas metodologias permitem alcançar melhores resultados, qualificação dos profissionais, redução de riscos, aumento da segurança da assistência e satisfação dos usuários. Segundo Scartezini (2009), uma regra importante para a normatização de processos é: “só se padroniza aquilo que é necessário padronizar”. Assim, antes de iniciar padronização de procedimentos, por meio de protocolos e POP, é necessário realizar um diagnóstico situacional para conhecer os principais processos de trabalho, identificando aqueles de maior impacto ou risco, os quais precisam ser monitorados (avaliados e medidos) e, por isso, sua padronização é importante. Cada instituição ou serviço deve iniciar pelas tarefas de maior impacto ou aquelas de maior custo e, gradativamente, expandir os processos a serem padronizados, na medida do necessário. Esse processo de melhoria precisa ser realizado de modo sistemático e participativo, ou seja, elaborado e compreendido pelos colaboradores das organizações (SCARTEZINI, 2009).

    Protocolos – Encontram-se na literatura diversos tipos de protocolos. Na área da saúde, podem ser citados diversos tipos como os relativos à assistência, aos cuidados, à organização do serviço, à atenção à saúde, ao acompanhamento e avaliação e também os protocolos clínicos entre outros. Essa diversidade de categorias pode ser agrupada, quanto à natureza, como protocolos clínicos e protocolos de organização dos serviços (WERNECK; FARIA; CAMPOS, 2009). Os protocolos clínicos têm foco na padronização de condutas clínicas, baseados em fundamentação técnica e científica, diretrizes organizacionais e políticas (WERNECK; FARIA; CAMPOS, 2009). Esse tipo de protocolo é bastante utilizado na enfermagem. Os protocolos de organização do serviço são instrumentos de gestão que abordam os métodos para organização do trabalho, os fluxos administrativos da instituição, os processos de avaliação, bem como a estruturação do sistema de informação que abrange toda empresa ou serviço (WERNECK; FARIA; CAMPOS, 2009).

    POP – O Procedimento Operacional Padrão (POP) é um documento que expressa o planejamento do trabalho repetitivo e tem como objetivo padronizar e minimizar a ocorrência de desvios na execução da atividade. Assim, um POP garante que as ações sejam realizadas da mesma forma, independente do profissional executante ou de qualquer outro fator envolvido no processo, diminuindo assim “as variações causadas por imperícia e adaptações aleatórias” (SCARTEZINI, 2009). O manual de procedimentos, segundo Andrade (1975), é a reunião de todos os POP do serviço em um único documento, que descreve o trabalho de enfermagem a ser executado e a forma correta de fazê-lo, sendo de responsabilidade da gerência a organização do mesmo. Ressalta-se que esse documento deve ter atualização e revisão periódica, seguida da aprovação institucional de cada versão.

    Regimento – Trata-se de documento utilizado para a organização do serviço de enfermagem, o qual regulamenta a estruturação, composição da equipe e o funcionamento geral do serviço de enfermagem em toda a instituição. Esse documento também determina as ações que competem a cada unidade funcional e a cada profissional da equipe de enfermagem. Para Kurcgant et al. (2010), o regimento é um ato normativo de caráter flexível, elaborado pelo enfermeiro gestor do serviço de enfermagem ou por um grupo de enfermeiros sob a sua coordenação, que orienta todo o desenvolvimento da documentação e do serviço de enfermagem da instituição.

    Capacitações e multiplicação de informação em busca da excelência na assistência de enfermagem
    É importante frisar que a melhoria na qualidade dos processos de trabalho não termina com a elaboração de documentos normativos ou a com sua atualização. É necessário investir em ações de capacitação e de disseminação das informações, que deverão estar sempre disponíveis e de fácil acesso aos profissionais envolvidos na execução das ações padronizadas (SCARTEZINI, 2009). Cabe ainda lembrar que os
    documentos normativos, embora alicerçados em referências científicas e tecnológicas, são limitados e não devem ser utilizados para além de sua real necessidade. Estes devem ser empregados a partir de constante avaliação e acompanhamento gerencial com revisões periódicas, objetivando minimizar o risco de se produzir processos de trabalho improdutivos e desestimulantes, o que é característico da falta de planejamento de gestão (WERNEK; FARIA; CAMPOS, 2009). Em síntese: a padronização de processos e procedimentos de enfermagem é utilizada como ferramenta de gestão da qualidade da instituição de saúde.

    Deve ser realizada mediante a identificação de prioridades, e, para seu sucesso, necessita envolver todas as pessoas relacionadas com o trabalho de enfermagem e ser elaborada de forma coletiva, com atualização periódica e difundida por meio de educação permanente. O formato e abrangência dos protocolos e POP são variados, e, no intuito de apoiar os profissionais de enfermagem na elaboração desses documentos, o Coren-GO constituiu uma Comissão, que em breve disponibilizará as orientações gerais para elaboração de cada documento normativo, além de modelos básicos para auxiliar no processo de elaboração dos mesmos. (Maria Auxiliadora Gomes de Melo Brito, Lorena Aparecida de Araújo, Luana Cássia Miranda Ribeiro e Maria Márcia Bachion)


    Referências
    ANDRADE, O. B. de – [A Manual of norms and procedures of Public Health Nursing services]. Rev. Saúde públ., S. Paulo, 9:455-66, 1975.
    KURCGANT, P. et al. Gerenciamento em Enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
    SCARTEZINI, Luís Maurício Bessa. Análise e Melhoria de Processos / Luís Maurício Bessa Scartezini. – Goiânia, 2009. 54p. 
    WERNEK, M. A. F.; FARIA, H. P.; CAMPOS, K. F. C. Protocolos de cuidado à saúde e de organização do usuário. Belo Horizonte, Nescon (Núcleo de educação em saúde coletiva) da Faculdade de medicina da Universidade Federal de Minais Gerais-UFMG, Ed. Coopmed, 2009, 84p.

    Fonte: corengo

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    Domínio de habilidades com raciocínio clínico: a essência da prática da enfermagem contemporânea

    Adaptado à realidade brasileira, livro de Potter, Perry e Elkin descreve, contextualiza e analisa práticas das mais básicas às avançadas para um cuidado qualificado e seguro


    A evolução da tecnologia e do conhecimento melhorou também a qualidade dos cuidados possíveis para cada paciente. No entanto, o fundamento para o sucesso na realização de procedimentos e intervenções apropriados continua a ser um enfermeiro competente e bem informado, que pensa de maneira crítica e faz as perguntas certas no momento certo. O exercício do raciocínio clínico é, hoje, essencial para a prática qualificada e segura das habilidades na área.

     (Elsevier) foi adaptada à realidade brasileira e incorpora materiais-chave para atender às mudanças da profissão. Seções sobre cuidado centrado no paciente e prática baseada em evidências científicas no início de cada capítulo são destaques da obra; além de exercícios com questões de pensamento crítico baseadas em casos clínicos e respostas com justificativas, que ajudam a entender e lembrar por que técnicas específicas são utilizadas em determinadas ocasiões.

    Ao todo, são 180 habilidades e técnicas estruturais do processo de enfermagem – das básicas até as mais avançadas e complexas - ilustradas com fotos e desenhos e apresentadas de forma padronizada: coleta de dados, planejamento, implementação e avaliação. O logotipo “luvas” ressalta visualmente as circunstâncias em que seu uso é recomendado; há alertas de segurança para precauções e riscos específicos e informações sobre adaptação das habilidades a circunstâncias especiais, como home care e cuidados com crianças e idosos, entre outros diferenciais.

    Conciso, com linguagem clara e abordagem dinâmica, o livro das autoridades internacionais no tema - as professoras e pesquisadoras norte-americanas Anne Griffin Perry, Patricia A. Potter e Martha Keene Elkin - traz ainda seções como “Delegação e Colaboração”, sobre quando delegar uma habilidade ao auxiliar de enfermagem e qual informação fundamental deve ser compartilhada. 

    As autoras elaboraram ainda amostras de documentação de registros para uma comunicação eficaz com a equipe multidisciplinar. E o item “Referência Rápida ao Protocolo-Padrão” antecede cada texto lembrando as etapas que devem ser consistentemente adotadas antes, durante e após cada interação de cuidados com o paciente. 


    |Autoras: Anne Griffin Perry, Patricia A. Potter e Martha Keene Elkin
    |Editora Elsevier       
    |Páginas: 816      | Formato: 21x28cm      |Preço: 229,00

    Para download  de trechos do livro, clique aqui.

    Sobre a Elsevier 
    No Brasil, a Elsevier publica os principais livros da área de saúde e consagrados há centenas de anos em todo o mundo - a maioria deles acompanhados de material complementar na web. A editora tem ainda o maior catálogo de livros digitais em língua portuguesa na área da saúde no país. A Elsevier também produz revistas científicas de importantes sociedades médicas, oferece uma série de produtos eletrônicos e digitais inovadores, como o Science Direct, o ClinicalKey, o Scopus e databases bibliográficas, além de serviços e soluções e conteúdos específicos para a indústria farmacêutica.

    Assessoria de Imprensa Editora Elsevier Brasil - Health Solutions
    Canto do Trabalho Comunicação (21) 3256-2606 / 3217-8061
    Jaciara Rodrigues – jaciara@cantodotrabalho.com


    Andréa Drummond – dea@cantodotrabalho.com

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    Manual De Vigilância Da Leishmaniose Tegumentar Americana


    Este manual, coordenado pelo Departamento de Vigilância Epidemiológica da Secretaria
    de Vigilância em Saúde, é fruto da contribuição de profissionais das áreas de pesquisa, ensino, vigilância e controle da doença, e destina-se especialmente aos técnicos que lidam com a identificação, o diagnóstico, o tratamento, a vigilância e o controle da leishmaniose tegumentar americana (LTA).
    Esta edição sofreu alterações em seu conteúdo técnico, tendo sido incorporados aspectos
    importantes que vieram enriquecer e complementar as informações já contidas nas edições anteriores. Destaca-se o novo enfoque de vigilância e monitoramento da LTA em unidades territoriais.
    Espera-se que este manual seja um instrumento de orientação da prática individual e coletiva,
    bem como para a sustentação dos processos de capacitação na busca do aperfeiçoamento
    das ações, visando à redução das formas graves e da incidência desta doença no País.

    Formato: PDF
    Número de páginas: 180
    Tamanho: 1.73 MB
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    Sumário


    Apresentação ................................................................7
    1 Introdução ................................................................11
    2 Epidemiologia ............................................................15


    2.1 Situação epidemiológica ................................................17


    2.2 Definição .............................................................20


    2.3 Agente etiológico ......................................................21


    2.4 Vetor .................................................................22


    2.5 Hospedeiros e reservatórios .............................................23


    2.6 Modo de transmissão ...................................................25


    2.7 Período de incubação ...................................................25


    2.8 Padrões epidemiológicos ................................................25


    2.9 Ciclos de transmissão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .27

    2.9.1 Ciclo de transmissão da Leishmania (Leishmania) amazonensis .......... 27


    2.9.2 Ciclo de transmissão da Leishmania (Viannia) guyanensis ............... 28


    2.9.3 Ciclo de transmissão da Leishmania (Viannia) braziliensis ............... 29


    2.9.4 Ciclo de transmissão da Leishmania (Viannia) shawi ................... 31


    2.9.5 Ciclo de transmissão da Leishmania (Viannia) lainsoni .................. 31


    2.9.6 Ciclo de transmissão da Leishmania (Viannia) naiffi .................... 31


    2.9.7 Ciclo de transmissão da Leishmania (Viannia) lindenberg ............... 31
    3 Fisiopatogenia ............................................................33
    4 Diagnóstico clínico ........................................................43


    4.1 No ser humano........................................................45


    4.1.1 Classificação .....................................................45


    4.2 No cão ...............................................................66
    5 Diagnóstico laboratorial ...................................................69


    5.1 No ser humano........................................................71


    5.1.1 Exames parasitológicos ............................................. 71


    5.1.2 Exames imunológicos .............................................. 72


    5.1.3 Exames moleculares: reação em cadeia de polimerase (PCR). . . . . . . . . . . . . 73

    5.2 No cão ...............................................................74
    6 Tratamento ...............................................................75


    6.1 Antimoniato de meglumina .............................................77


    6.1.1 Mecanismo de ação ................................................ 77


    6.1.2 Farmacocinética e farmacodinâmica .................................78


    6.1.3 Uso terapêutico, vias de administração e posologia ..................... 78


    6.1.3.1 Cálculo de doses .............................................. 79


    http://www.BlogEnfermagem.com

    6.1.3.2 Modo de aplicação ............................................80


    6.1.3.3 Contra-Indicações ............................................80


    6.1.3.4 Efeitos adversos ............................................... 80


    6.1.3.5 Recomendações ............................................... 81


    6.1.3.6 Tratamento para crianças ....................................... 82


    6.2 Drogas de segunda escolha ..............................................82


    6.2.1 Anfotericina B ....................................................82


    6.2.1.1 Apresentação comercial ........................................ 82


    6.2.1.2 Mecanismo de ação ...........................................82


    6.2.1.3 Dose ........................................................83


    6.2.1.4 Contra-indicação .............................................84


    6.2.1.5 Efeitos adversos ............................................... 84


    6.2.1.6 Recomendações ............................................... 84


    6.2.2 Anfotericina B lipossomal ..........................................84


    6.2.3 Pentamidinas .....................................................85


    6.2.3.1 Dose e modo de aplicação ...................................... 85


    6.2.3.2 Apresentação comercial ........................................ 86


    6.2.3.3 Efeitos adversos ............................................... 86


    6.2.3.4 Recomendações ............................................... 86


    6.2.3.5 Contra-indicações ............................................. 86


    6.3 Esquemas alternativos .................................................86


    6.4 Tratamento da Leishmaniose Cutânea Difusa (LCD) ........................87


    6.5 Co-infecção ...........................................................87


    6.5.1 Esquemas terapêuticos para indivíduos portadores de co-infecção
    Leishmania-HIV ................................................... 87

    6.5.1.1 Seguimento pós-tratamento ....................................88


    6.5.2 Leishmaniose tegumentar e outros patógenos .........................88


    6.6 Critérios de cura da Leishmaniose Tegumentar Americana .................. 89


    6.6.1 Forma cutânea .................................................... 89


    6.6.2 Forma mucosa .................................................... 91


    6.6.3 Acompanhamento regular .......................................... 91


    6.6.4 Situações que podem ser observadas .................................91


    6.6.5 Conduta frente às situações que podem ser observadas ................. 92


    6.6.6 Complicações por intercorrência ....................................92
    7 Vigilância .................................................................95


    7.1 Definição de áreas de transmissão ........................................97


    7.2 Vigilância de casos humanos ............................................99


    7.2.1 Definição de casos ................................................. 99


    7.2.2 Conduta frente a um caso suspeito................................... 99


    7.2.2.1 Notificação e investigação de casos .............................100


    7.2.2.2 Roteiro de investigação epidemiológica .........................101


    7.2.3 Definição de fluxo e periodicidade do sistema de informação ........... 103


    7.2.4 Análise e divulgação dos dados .....................................103


    7.3 Vigilância entomológica ...............................................106


    http://www.BlogEnfermagem.com

    7.3.1 Objetivos específicos ..............................................107


    7.3.2 Metodologia .....................................................107


    7.3.2.1 Pesquisa entomológica em foco ................................107


    7.3.2.2 Monitoramento entomológico .................................109


    7.3.3 Indicadores entomológicos ........................................111


    7.4 Vigilância de reservatórios e hospedeiros .................................112


    7.4.1 Reservatórios silvestres ............................................112


    7.4.2 Animais domésticos ..............................................112
    8 Medidas preventivas ......................................................113
    9 Medidas de controle ......................................................117


    9.1 Orientações dirigidas para o diagnóstico precoce e tratamento adequado dos
    casos humanos ......................................................119

    9.2 Orientações dirigidas para o controle de vetores ..........................121


    9.3 Orientações dirigidas para o controle de hospedeiros e reservatórios ........123


    9.3.1 Reservatórios silvestres ............................................123


    9.3.2 Animais domésticos ..............................................123


    9.4 Atividades de educação em saúde .......................................124
    Referências Bibliográficas ...................................................125
    Anexos ...................................................................141
    Anexo A – Casos novos de Leishmaniose Tegumentar Americana, segundo
    Unidades Federadas, Brasil 1985 – 2005 ...........................143
    Anexo B – Coeficiente de detecção de Leishmaniose Tegumentar Americana por

    100.000 habitantes, Brasil 1987 – 2005 ............................144
    Anexo C– Taxonomia da Leishmania ......................................145
    Anexo D – Distribuição das Leishmanias responsáveis pela transmissão da LTA,
    segundo Unidade Federada, Brasil – 2005 .........................146
    Anexo E – Distribuição das espécies de flebotomíneos prováveis ou potenciais
    vetores de LTA, segundo Unidade Federada, Brasil 2005 .............147
    Anexo F – Critérios para definir a competência vetorial de flebotomíneos ....... 148
    Anexo G – Critérios para definir uma espécie animal como reservatório de um
    agente patogênico ..............................................149
    Anexo H – Leishmaniose Tegumentar Americana no Brasil, classificação clínica
    e respectivos agentes etiológicos segundo Marzochi ................. 151
    Anexo I – Técnicas diagnósticas ...........................................152
    Anexo J – Ficha de investigação...........................................158
    Anexo K – Ficha de investigação de óbitos de Leishmaniose Tegumentar
    Americana ....................................................160
    Anexo L – Centros de referência para diagnóstico e tratamento da LTA .........166
    Equipe Técnica .............................................................177






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    Em novembro de 2005, o Ministério da Saúde (MS), por meio do Programa Nacional de DST e Aids reuniu o Comitê Assessor para Recomendações de Profilaxia da Transmissão Vertical do HIV e Terapia Anti-Retroviral em Gestantes, que revisou as Recomendações de Terapia Anti-Retroviral (TARV) e as demais condutas relacionadas à profilaxia da transmissão vertical do HIV.
    As recomendações que estão neste documento foram baseadas no conhecimento científico disponível e na experiência de especialistas na área, considerando sempre as condições de implementação das recomendações no Sistema Único de Saúde.








    Formato: PDF
    Número de páginas: 176
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    Recomendações para profilaxia da transmissão vertical do HIV e terapia anti-retroviral 
    em gestantes / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. – Brasília : 
    Ministério da Saúde, 2006. 

    176 p. – (Série Manuais nº 46) 

    ISBN 85-334-1263-0 

    1. HIV / prevenção & controle. 2. Gestantes. 3. Transmissão vertical de doença. I. 
    Título. II. Série. 
    NLM WC 503.6 

    Sumário 

    I. 
    Introdução...............................................................7 
    II. Transmissão Vertical do HIV –
    Princípios Gerais...................................................... 9 
    a) Triagem Sorológica e Aconselhamento....................... 15 
    III. 
    Uso de Anti-Retrovirais em Gestantes.................... 17 
    a) Considerações............................................................. 17 
    b) Observações sobre o Uso de Anti-Retrovirais 
    e Manejo da Gestante Infectada pelo HIV................... 19 
    c) TARV em Gestantes – Critérios para 
    Seleção do Esquema Anti-Retroviral............................ 25 
    d) Agentes Terapêuticos / Apresentação e 
    Posologia / Efeitos Colaterais Primários 
    e Toxicidade Associados à Terapia Anti-
    Retroviral (TARV)......................................................... 30 
    IV. 
    Exames Laboratoriais na Gestante 
    Infectada pelo HIV................................................. 37 
    V. 
    Esquema Vacinal para Gestantes 
    Portadoras do HIV Adultas e Adolescentes............ 39 
    a) Considerações Gerais................................................... 39 
    b) Imunizações Comumente Recomendadas................... 40 
    c) Parâmetros Imunológicos para Tomada 
    de Decisão em Imunizações com Vacinas de 
    Bactérias ou Vírus Vivos em Pacientes 
    Portadoras de HIV com mais de 13 anos 
    de idade...................................................................... 41 
    d) Recomendações para Vacinação Contra 
    Febre Amarela em Adultos e Adolescentes 
    Infectados pelo HIV com 13 Anos ou mais 
    de Idade, de acordo com o Número de 
    Linfócitos T-CD4+ e Regiões de Risco..........................42 
    VI. Profilaxia da Transmissão Vertical do HIV.............. 43 
    a) Quimioprofilaxia Anti-Retroviral no 
    Momento do Parto......................................................43 
    b) Quimioprofilaxia Anti-Retroviral no 
    Recém-Nascido............................................................43
    VII. Imunizações Preconizadas na Criança 
    Exposta ao HIV...................................................... 45 
    a) Esquema Vacinal para o Recém-Nascido 
    Exposto ao HIV, na Maternidade.................................45 
    b) Imunobiológicos de Uso Eventual 
    na Unidade Neonatal.................................................. 46 
    c) Crianças Menores de Um Ano de Idade 
    com Suspeita Clínica ou com Diagnóstico 
    Definitivo de Infecção pelo HIV................................... 48 
    VIII. Via de Parto...........................................................49 
    a) Considerações Gerais...................................................49 
    b) Via de parto – Critérios para sua escolha.....................50 
    c) Operação cesariana eletiva – Considerações 
    para seu manejo adequado........................................ 51 
    d) Parto vaginal – Considerações para seu 
    manejo adequado....................................................... 53 
    IX. 
    Manejo da Ruptura de Membranas no 
    Contexto da Prematuridade...................................55 
    X. 
    Cuidados com o Recém-Nascido............................57 
    XI. 
    Recomendações no Puerpério................................59 
    XII. Anexos...................................................................63 
    Anexo 1. Profilaxia da transmissão 
    vertical do HIV: esquema do PACTG 076........................ 65 
    Anexo 2. Precauções Básicas e Universais.......................69 
    Anexo 3. Vigilância Epidemiológica do HIV 
    em Gestantes e Crianças Expostas.................................. 77 
    Referências Bibliográficas............................................. 81 
    Comitê Assessor das Recomendações para 
    Profilaxia da Transmissão Vertical do HIV e 
    Terapia Anti-Retroviral em Gestantes – 2006................93 
    Textos Complementares............................................... 95 
    1) Aconselhamento Pré e Pós-Teste Anti-HIV em 
    Gestantes, Parturientes e Puérperas (3ª edição).......... 97 
    Grupo de Elaboração.................................................107 
    2) Testes Rápidos Anti-HIV: Considerações 
    Gerais para seu Uso com Ênfase na 
    Indicação de Terapia Anti-Retroviral 
    em Situações de Emergência (3ª edição)................... 109 
    Grupo de Elaboração.................................................130 
    3) Planejamento Reprodutivo para Casais que 
    Convivem com o HIV – Política Nacional de 
    Atenção Integral em Reprodução Humana 
    Assistida /Adoção (1ª edição).................................... 131 
    Grupo de Elaboração.....................................................143 
    Encarte..........................................................................145 


    http://www.blogenfermagem.com
    Recomendações para profilaxia da transmissão vertical do HIV e terapia anti-retroviral em gestantes 

    I. Introdução 
    Em novembro de 2005, o Ministério da Saúde (MS), 
    por meio do Programa Nacional de DST e Aids reuniu o 
    Comitê Assessor para Recomendações de Profilaxia da 
    Transmissão Vertical do HIV e Terapia Anti-Retroviral 
    em Gestantes, que revisou as Recomendações de Terapia 
    Anti-Retroviral (TARV) e as demais condutas relacionadas 
    à profilaxia da transmissão vertical do HIV. 

    As recomendações que estão neste documento foram 
    baseadas no conhecimento científico disponível e na 
    experiência de especialistas na área, considerando sempre 
    as condições de implementação das recomendações no 
    Sistema Único de Saúde. 

    A taxa de transmissão vertical do HIV, sem qualquer 
    intervenção, situa-se em torno de 25,5%(16). No entanto, 
    diversos estudos publicados na literatura médica 
    demonstram a redução da transmissão vertical do HIV 
    para níveis entre zero e 2%, por meio de intervenções 
    preventivas, tais como: o uso de anti-retrovirais combinados 
    (promovendo a queda da carga viral materna para 
    menos que 1.000 cópias/ml ao final da gestação), o parto 
    por cirurgia cesariana eletiva, o uso de quimioprofilaxia 
    com o AZT na parturiente e no recém-nascido, e a nãoamamentação. 
    Nos países desenvolvidos, a ampla implementação 
    dessas intervenções resultou na redução significativa 
    da incidência de casos de aids em crianças(13). 

    No Brasil, embora essas intervenções estejam disponíveis 
    para toda a população de gestantes infectadas 
    pelo HIV e seus filhos, as dificuldades da rede em prover 
    diagnóstico laboratorial da infecção pelo HIV, a cobertura 
    insuficiente de mulheres testadas no pré-natal, principalmente 
    nas populações mais vulneráveis ao HIV, e 




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    A transfusão sangüínea é um processo que, mesmo realizado dentro das normas técnicas preconizadas, envolve risco sanitário com a ocorrência potencial de incidentes transfusionais, que podem ser classifi cados em imediatos ou tardios.
    Dentre os incidentes transfusionais tardios, destacam-se, neste manual, aqueles relacionados às doenças infecciosas e parasitárias. Para prevenir o aparecimento e/ou recorrência desses incidentes, torna-se fundamental o monitoramento e a vigilância de todo o processo, da captação do doador à transfusão.
    Apesar da relevância, no Brasil, não se tem estabelecido o real perfi l epidemiológico desses incidentes, sejam eles relacionados à terapêutica e ao uso dos produtos sangüíneos ou às falhas no processo durante o ciclo do sangue.
    Nesse sentido, iniciou-se, em 2000, uma discussão sobre um sistema de hemovigilância na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, com o estabelecimento de uma proposta para a
    implantação de um sistema brasileiro.
    Esse projeto visa a criar as condições necessárias para o desenvolvimento desse sistema,
    a partir da defi nição do conceito de hemovigilância e de temas relacionados, da estrutura
    funcional do sistema e do fl uxo da informação. O principal objetivo é aumentar a segurança
    nas transfusões sangüíneas, com particular ênfase nos incidentes transfusionais, a fi m de que
    possam ser introduzidas medidas preventivas e corretivas.



    Formato: PDF
    Número de páginas: 108
    Tamanho: 196 MB
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    Manual técnico para investigação da transmissão de doenças pelo sangue / Ministério da Saúde, 
    Agência Nacional de Vigilância Sanitária. – Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 

    1. Transfusão de sangue. 2. Cuidados de saúde. 3. Transmissão de doença. I. Brasil. Ministério da 
    Saúde. II. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. III. Título. IV. Série. 
    NLM WB 356 



    SUMÁRIO 
    Lista de Abreviaturas ___________________________________________________ 5 
    Lista de Tabelas, Figuras e Quadros ________________________________________ 7 
    1 Apresentação _____________________________________________________ 11 
    2 Introdução _______________________________________________________ 13 
    3 Histórico do Controle do Sangue no Brasil ______________________________ 15 
    4 Ciclo do Sangue ___________________________________________________ 19 
    5 Hemovigilância no Contexto da Vigilância em Saúde 

    no Brasil ________________________________________________________ 25 
    6 História Natural e Situação Epidemiológica das Doenças 

    Transmissíveis pelo Sangue no Brasil ___________________________________ 29 
    7 Princípios dos Métodos de Triagem e de Confi rmação 

    Laboratorial ______________________________________________________ 57 
    8 Processo de Investigação Epidemiológica e Sanitária da 

    Suspeita de Transmissão de Doenças pelo Sangue __________________________ 75 
    9 Aspectos Éticos Relacionados ao Processo de Vigilância _____________________ 95 
    10 Legislação de Referência _____________________________________________ 99 
    11 Referências Bibliográfi cas ___________________________________________ 103 
    Equipe Técnica Responsavél pela Elaboração do Manual ______________________ 106 





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    Confiança e sucesso no plano anestésico

    Obra referência dos Drs. Lee Fleisher e Michael F. Roizen traz a fisiopatologia de doenças raras e comuns, procedimentos, medicamentos e terapias alternativas para o melhor e mais seguro planejamento do perioperatório.

    De acordo com a Sociedade Americana de Anestesiologia, a chance de um paciente saudável morrer numa cirurgia devido ao ato anestésico é de menos de uma em 200 mil casos, se um  anestesiologista estiver envolvido na assistência. E as complicações anestésicas continuam diminuindo drasticamente em todo o mundo, apesar do aumento de pacientes mais idosos e com múltiplas comorbidades nos centros cirúrgicos.

    Um dos principais fatores para essa constante evolução da Anestesiologia - especialidade modelo de segurança na medicina – é o plano de anestesia perioperatório, que compreende desde o momento em que é indicada a cirurgia até o retorno do paciente às suas atividades, depois da alta hospitalar.

    Com o intuito de fornecer amplo e reconhecido conhecimento para a elaboração de um plano de excelência que garanta segurança máxima ao paciente antes, durante e depois das intervenções, a Elsevier lança no Brasil a 3ª edição de Essência da prática anestésica - Doenças, Procedimentos, Medicamentos e Medicina Alternativa.

    Assinada por dois dos mais respeitados profissionais da área -  Dr. Lee Fleisher, Diretor do Departamento de Anestesiologia da Faculdade de Medicina da Universidade da Pensilvânia;  e Dr. Michael F. Roizen, Professor de Anestesiologia  da Cleveland Clinic – a obra traz um resumo conciso da fisiopatologia, tanto das doenças raras como das doenças mais comuns encontradas no perioperatório, medicações usadas para tratar essas condições e as interações medicamentosas, procedimentos cirúrgicos, e ainda uma parte exclusiva sobre terapias alternativas, num total de mais de 600 tópicos clínicos.
    O profissional também se atualiza sobre as mais recentes implicações anestésicas no caso de doenças coexistentes, e terapias alternativas e complementares como a cobertura de miopatia mitocondrial, ablação de fibrilação atrial, craniotomia com paciente acordado, neurocirurgia estereotáxica, neuroproteção e dexmedetomidina. Um dos destaques da publicação é uma grande seção sobre medicamentos à base de ervas - dada sua popularidade e uso frequente pelos pacientes cirúrgicos – e as interações com os medicamentos comuns.

    Os mais de 500 renomados colaboradores do livro discorrem sobre um tópico clínico em cada página, com revisão de seus problemas, causas, comorbidades e implicações anestésicas. A cuidadosa padronização do texto agiliza as consultas às informações essenciais, direcionando o médico para os fatos e aspectos-chave de cada tema. Anestesiologistas, enfermeiros da área e residentes também têm à disposição todo o conteúdo do livro, em inglês, na plataforma multimídia online da Elsevier, a www.expert consult.com.

    Essência da prática anestésica - Doenças, Procedimentos, Medicamentos e Medicina Alternativa
    |Editora: Elsevier       
    |Autores: Drs. Lee A. Fleisher e Michael F. Roizen
    |Páginas: 832         | Formato: 21x28cm      |Preço: R$ 289,00



    Sobre a Elsevier

    No Brasil, a Elsevier publica os principais livros da área de saúde e consagrados há centenas de anos em todo o mundo - a maioria deles acompanhados de material complementar na web. A editora tem ainda o maior catálogo de livros digitais em língua portuguesa na área da saúde no país. A Elsevier também produz revistas científicas de importantes sociedades médicas, oferece uma série de produtos eletrônicos e digitais inovadores, como o Science Direct, o ClinicalKey, o Scopus e databases bibliográficas, além de serviços e soluções e conteúdos específicos para a indústria farmacêutica.



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    Manual Procedimentos Enfermagem - Guia de Bolso

    Paginas: 203
    Tipo de arquivo: LIVRO
    Formato: PDF

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    Conteúdo:

    MOBILIZAÇÕES
    AVALIAÇÃO DA TEMPERATURA
    AVALIAÇÃO DO PULSO
    AVALIAÇÃO DA TENSÃO ARTERIAL
    AVALIAÇÃO DA RESPIRAÇÃO
    AVALIAÇÃO DA DOR
    ASPIRAÇÃO DE SECREÇÕES
    OXIGENOTERAPIA
    NEBULIZAÇÃO
    ENTUBAÇÃO NASOGÁSTRICA
    ALIMENTAÇÃO ENTÉRICA
    ALGALIAÇÃO (INSERÇÃO DE CATÉTER VESICAL)
    COLOCAÇÃO DA APARADEIRA OU URINOL
    COLOCAÇÃO DE SONDA DE GASES
    ENEMA DE LIMPEZA (CLISTER OU ENTEROCLISTER)
    BALANÇO HÍDRICO
    CATETERISMO VENOSO PERIFÉRICO
    ADMINISTRAÇÃO DE TERAPÊUTICA
    ADMINISTRAÇÃO DE TERAPÊUTICA, VIA ENTÉRICA,
    VIA ORAL
    ADMINISTRAÇÃO DE TERAPÊUTICA, VIA ENTÉRICA,
    VIA RECTAL
    ADMINISTRAÇÃO DE TERAPÊUTICA, VIAS
    PARENTÉRICAS
    ADMINISTRAÇÃO DE TERAPÊUTICA, VIA
    PARENTÉRICA, VIA INTRADÉRMICA
    ADMINISTRAÇÃO DE TERAPÊUTICA,
    PARENTÉRICA, VIA SUBCUTÂNEA
    ADMINISTRAÇÃO DE TERAPÊUTICA, VIA
    PARENTÉRICA, VIA INTRAMUSCULAR
    ADMINISTRAÇÃO DE TERAPÊUTICA,
    PARENTÉRICA, VIA ENDOVENOSA
    ADMINISTRAÇÃO DE SOLUÇÕES DE GRANDE VOLUME
    COLHEITA DE URINA
    NORMA DE EXECUÇÃO DE PENSOS
    LIGADURAS
    CÁLCULO DE MEDICAÇÃO
    NORMA DE ADMISSÃO DE UM DOENTE
    NORMA DE AVALIAÇÃO INICIAL DE ENFERMAGEM
    NORMA DE BANHO NO LEITO
    NORMA DE HIGIENE ORAL NO DOENTE INCONSCIENTE

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    Manual de Enfermagem USP

    Páginas: 203
    Tipo de arquivo: LIVRO
    Formato: PDF

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    Manual de normas e rotinas de procedimentos para a enfermagem
    Páginas: 51
    Tipo de arquivo: LIVRO - MANUAL
    Formato: PDF
    Tamanho: 786 KB
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    Manual prático de técnicas de enfermagem

    Páginas: 209
    Tipo de arquivo: Apostila
    Formato: PDF
    Tamanho: 535 kb
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    Manual de Normas de Enfermagem (Procedimentos Técnicos) PORTUGAL - LISBOA

    Páginas: 281
    Tipo de arquivo: LIVRO - MANUAL
    Formato: PDF
    Tamanho: 7,915 KB
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    O Conselho de Medicina do Paraná recebeu, no final do mês de abril, um relato de uma estudante que deseja cursar Medicina e resolveu arriscar fora do país. A carta abaixo retrata na prática o porquê da preocupação das entidades médicas com as tentativas de implantação da revalidação automática de diplomas no Brasil. Confira na íntegra o texto, que retrata a opinião da estudante Claudia da Silva* e da qual compartilham Conselhos de Medicina do Brasil e muitos outros brasileiros atraídos pela promessa de formação de qualidade:


    "Venho por intermédio desta carta, expor minhas opiniões com relação ao curso de medicina ofertado pela Universidade de Aquino da Bolívia – UDABOL em Santa Cruz de La Sierra, cito esta em específico devido à proximidade que tive. Desejo corroborar com a discussão acerca do tema.
    Sou formada em Serviço Social, pós-graduada em Gestão Estratégica de Pessoas e participante do mesmo sonho que minha irmã, em nos tornarmos médicas. E foi em razão deste sonho que a saga rumo a Bolívia começou.
    Nós (eu e minha irmã) fomos atraídas por diversos enunciados que afirmavam: “o ensino é ótimo, a cidade é maravilhosa para os brasileiros, o custo de vida é baixo, etc.” Tais afirmações ouvíamos, não só pelas universidades de Santa Cruz, mas também pelos brasileiros que lá estão, e este último é que nos causou preocupação e até um pouco de indignação.
    Chegamos em Santa Cruz no dia 01 de março de 2012, fomos direto para a UDABOL, lá precisávamos realizar a matrícula e entregar a documentação, pois, segundo o site da universidade, as aulas começariam no dia 05. Ao iniciarmos o processo já começamos a perceber as circunstancias que teríamos de enfrentar, já cobraram de nós 330 dólares (cada) para darem entrada no pedido de visto, como sabíamos que poderíamos realizar sozinhas dissemos “não”, no entanto nos “obrigaram” afirmando que seria impossível realizar nossa matrícula e que assim perderíamos as aulas, sendo assim, aceitamos e pagamos!
    Dia 05 chegou, estávamos ansiosas para termos nossa primeira aula de medicina, fomos para a faculdade e ficamos esperando em frente a sala enunciada por horas sem que ninguém aparecesse, na terça se repetiu, assim como nos 6 dias seguintes. Nesta primeira semana fomos reclamar no setor de marketing a respeito da carga horaria e das distribuições das aulas. Pois no site e no currículo (grade do curso) era exposto que teríamos aulas em período integral de segunda a sábado, quando recebemos nossos horários, percebemos que teríamos praticamente 1 aula por dia, quando não 2 aulas por dia, sendo cada aula com duração e no máximo 1h30. Pois bem, disseram que era assim mesmo.
    As primeiras aulas foram horríveis, os professores atrasavam demais e ministravam aulas com pouquíssimos conteúdos e com pouco tempo de duração. Chegando a retrucarem, com estudantes que questionavam os atrasos, a seguinte frase: “Vocês são alunos, são obrigados a esperarem”. Como já cursei um curso de graduação pude comparar, e com isso cheguei a ficar com pena da minha irmã, a qual sonhara com o curso e estava ali, assustada e pensativa.
    A maioria dos professores vendendo livros copiados ou compilados de alguns livros e em troca forneciam pontos. Achamos uma afronta!
    Logo na terceira semana iniciou as aulas práticas de anatomia, vimos um corpo e diversos estudantes tirando fotos de forma grosseira, dando risadas, fazendo gestos, sendo que estas fotos foram tiradas na presença de professores e mais tarde postadas na internet como troféu. Ética e respeito não são trabalhados em sala e nem mesmo em casa por esses alunos. Só para enfatizar, somente nesta faculdade há 6 mil estudantes de medicina neste ano de 2012.
    Cada dia era um dia de frustação e preocupação, e quando iriamos dividir essas angustias com alguns brasileiros que ali estavam, tínhamos a impressão de que para eles era normal e até bom. Muitos ficavam felizes quando não tinha aula ou quando o professor é “gente boa”, aquele que não se preocupa tanto e que não reprova. Percebemos a falta de conhecimento de grande parte dos brasileiros estudantes, muitos têm pouca habilidade com a própria língua nativa e com as matérias do ensino médio (as primeiras aulas do curso de medicina foram de coisas simples como “mitose e meiose”, no entanto, não sei se os cursos no Brasil também iniciam-se assim.)
    Nós que éramos alunos iniciantes já tínhamos projetos de extensão às comunidades, aferir pressão e aplicar injeções (até mesmo em crianças). Contudo, não chegamos a realizar tais tarefas devido ao retorno para o Brasil e por acharmos que não tínhamos preparo e competência para tanto.
    Bem, são vários outros detalhes, no entanto, sem me estender quero dizer que eu e minha irmã voltamos para o Brasil dia 31 de março (um mês depois) com um medo terrível e com uma indagação: “Será que os estudantes saem preparados para exercerem medicina?”.
    No entanto, podem estar perguntando o que nos motivou a sair do Brasil para estudar medicina. Todos sabem que o curso de medicina ainda é elitizado, e por essa razão o acesso a ele é difícil e caro, nós que somos de família em vulnerabilidade social temos pouquíssimas chances, porem resolvemos arriscar a essa chance e retornamos, iremos iniciar os estudos e tentarmos aqui, um outro porem é o fies, ele não seria problema se não exigisse um fiador que ganhe no mínimo duas vezes o valor do curso. Reflita! Família pobre tem familiares ou amigos que ganhe uns R$ 6.000? Difícil né!
    Concluo dizendo que concordo com o processo de revalidação e que o Brasil realmente tem que fiscalizar, pois são vidas que estão em jogo."

    Atenciosamente
    Claudia da Silva*

    *Nome fictício


    Fonte: CRM-PR



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    Fisiologia humana

    Sistema cardiovascular

    Função: fornecer aos tecidos o2 e nutrientes. Retirar dos tecidos dióxido de carbono e resíduos metabólicos: Ureia, amônia, acido úrico e bilirrubina.

    Componentes do sistema cardiovascular: Sangue, vasos sanguíneos e coração.
     O sangue e o componente liquido que serve para transportar substancias .
    Componentes células e plasma
     Hematócrito=e o percentual de células do sangue 
    Células=hemácias (glóbulos vermelhos), leucócitos (glóbulos brancos) e plaquetas.
     Hemácia função levar oxigênio e co2, dentro da hemácia existe uma proteína chamada de hemoglobina.
     Os leucócitos servem para defesa do corpo contra bactérias, vírus etc.
     Plaquetas são importantes no processo de (hemostasia=significa um estancamento para não perder sangue) Agua, glicose, aminoácidos, proteínas, vitaminas, íons e gorduras.

    Vasos sanguíneos

    Os vasos sanguíneos são condutos musculares que levam sangue para toda parte do corpo. Existem três tipos de vaso sanguíneo= as artérias, veias e capilares.

    As artérias levam sangue do coração para varias partes do corpo. As artérias possuem paredes grosas que impedem que ocorram trocas metabólicas. As veias são condutos que transportam o sangue das diversas partes do corpo para o coração. As veias paredes espessas que impedem que ocorram as trocas metabólicas. Os capilares são vasos sanguíneos formados por uma única camada de células onde ocorrem as trocas metabólicas

    Coração E um órgão muscular e oco que servem para bombear o sangue. O coração esta localizado no mediastino.( mediastino e o espaço entre os dois pulmões). Ele este localizado no meio do tórax com sua ponta voltada para o lado esquerdo Retro esterna (significa atrás do esterno esta e posição do coração).


    Estrutura da parede do coração: Componente mais externo é o pericárdio o do meio endocárdio é o mais profundo miocárdio.
     Pericárdio e o revestimento externo do coração
     Pericárdio e formado por quatro componentes. O pericárdio fibroso e seroso.
     Pericárdio Seroso e formado por dois folhetos, folheto parietal e folheto visceral=epicárdico.
     O folheto esta colado no pericárdio fibroso. O folheto visceral esta colado no miocárdio. Entre o folheto parietal e o visceral existe o espaço pericárdico que e preenchido pelo liquido pericárdico.

    Endocárdio e o revestimento interno das cavidades cardíacas.

    Miocárdio O miocárdio e formado por células musculares estriadas e é responsável pelo bombeamento cardíaco.
     Tipos de miocárdio: Miocárdio atrial, Miocárdio ventricular, Miocárdio marca passo.


    Miocárdio atrial=esta localizado nas paredes dos átrios e tem função contrátil.
    Miocárdio ventricular=esta localizada na parede dos ventrículos e tem função contrátil. Obs.: o miocárdio atrial estar completamente separado do miocárdio ventricular através de um anel fibroso

    Miocárdio marca passo O miocárdio marca passo e formado por células musculares capazes de gerar corrente elétrica que e usada para ativar o coração.

    Componentes do musculo marca passo: Nodo sinoatrial, esta localizada na parede do atrial direito.

    Ritmo sinusal é  quando  nodo sinoatrial 

    esta comandando.
    Nodo sinoatrial=70bpm.
    Nodo atrioventricular, esta localizado no septo Inter atrial.Nodo atrioventricular=55bpm.

    Feixe atrioventricular.Ele começa no septo Inter atrial e termina no septo interventricular.
    Feixe atrioventricular=40bpm

    Feixe átrio ventricular e dividido em dois Ramos direito e esquerdo de purkinje=15bpm


    Anatomia interna do coração
     Cavidade atrial Cavidade pulmonar

    O sangue do átrio direito e sangue venoso que vem das veias cavas superiores e inferior que Vem do corpo.O átrio esquerdo possui sangue arterial provenientes das quatro veias pulmonares.Os átrios são camaras de recebimento de sangue do coração. Os ventrículos são as camaras de ejeção do sangue Ventrículo direito ejeta sangue venoso através da artéria pulmonar .O ventrículo esquerdo ejeta sangue arterial através da artéria a aorta.


    Valvas cardíacas
    Primeiro tipo valvas atrioventricular ficam localizadas entre os átrios e os ventrículos.
    Função impedir o refluxo de sangue dos ventrículos para os átrios ,Temos duas valvas a tricúspide e a bicúspide ou mitral ,Tricúspide estar entre ad/vd ,Bicúspide estar entre ae/ve .O que faz as valvas atrioventriculares se abrirem ou se fecharem e a presença de uma diferença de pressão entre os átrios e os ventrículos Quando a pressão dos átrios e maior do que do ventrículo elas se abrem. Quando a pressão dos ventrículos e maior do que dos átrios elas se fecham.


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    Fisiologia

    Controle da glicêmia pâncreas endócrino

    Glicemia é a concentração de açúcar no plasma.
     Glicemia normal entre 70 e 100 decilitro ou miligrama.
     Hipoglicemia e quando Estiver a baixo de 70 miligrama por decilitro.
     Hiperglicemia e quando estiver acima de 100 miligrama por decilitro.
     As células nervosas não são capazes de armazenar glicose nem usam outro substrato para produzir energia desta forma a hipoglicemia pode provocar a morte dos neurônios.
     A hiperglicemia provoca diurese osmótica que pode levar o individuo a morte por desidratação, no entanto ela leva geralmente a morte em longo prazo pela presença do diabetes.
     Se der o resultado 2vezes a taxa de 130 o individuo e considerado diabéticos.****
     O pâncreas e formado por dois tecidos, tecido acinar e ilhota de Langherans.
     O pâncreas exócrino e formado pelo tecido acinar e e responsável pela produção de enzimas e bicarbonato que serão utilizados na digestão dos alimentos.
     O pâncreas endócrino e formado pela ilhotas de Langherans que produzem hormônios responsável pelo controle da glicemia.
     A ilhota e formada por quatro tipos de células: as células betas 60% (insulina para baixar glicemia), célula alfa ela corresponde a 20% das células da ilhota produz um hormônio chamado glucagon que eleva a glicemia, célula delta 15% a célula delta produz somatostatina que inibe a produção de insulina e de glucagon  e age dentro da ilhota, célula PP 5% e produz o polipeptídio pancreático tem a função de inibir a somastostatina.

    Insulina e um hormônio proteico formado por 2 cadeias de aminoácido ligadas através de pontes de enxofre.

    Mecanismo de ação da insulina
     A insulina faz com que os transportadores da glicose sejam inseridos na membrana da célula

    Locais de ações da insulina dos tecidos - Hepático Muscular Adiposo.


    Ações da insulina no fígado: Promove a retenção da glicose.
     Glicóliseé a quebra da glicose para produzir ATP.
     Glicogêneseé o armazenamento da glicose em forma de glicogênese.
     Lipogêneseé a transformação da glicose em um tipo de gordura chamado acido graxo.
     Os ácidos graxos se combinam com uma molécula de glicerol formando o triglicerídeo.
     Esteatose hepática acumulo de gordura no fígado causando cirrose.
     LDL transportador ruim e HDL transportador bom.
     Reduzir a ingestão de gordura diminui LDL e exercício e boa alimentação aumenta o HDL e também álcool de forma saudável.


    ***sempre rever os consensos mais atuais.

    Comente... o que poderiamos acrescentar neste resumo?

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    Tesumo Fisiologia dos Sentidos:
    Visão Audição Gustação Olfação Somestesia

    O que é somestesia -> é o sentido cujo as informações são coletadas a partir de receptores no corpo (cobertura corporal).
    1-tato, 2-propriocepçao, 3-nocicepção, 4-termocepção.
    1- através do tato nos reconhecemos à textura das coisas .
    2- propriocepção nos permite localiza as partes do nosso corpo no espaço .
    3- nocicepção é a capacidade de detectar lesão tecidual “dor"( hanseníase, mais tem cura!).
    4- termocepção é a capacidade de perceber a temperatura das coisas.

    Receptores: Terminação nervosa livre
    Corpúsculo de rufini, Disco de merkel, Corpúsculo meissner, Bulbo de Krauser, Corpúsculo de pacini Folículo piloso 'pelo'
    Propriedade dos receptores Somestésico: 1- adaptação 2- campo sensorial.
    1_ é a capacidade do receptor de registrar ou não toda a permanência do estimulo quanto à adaptação os receptores podem ser adaptação lenta ou rápida.
    2_ campo sensorial é a área da pele monitorizada por um único receptor, quanto à área receptora o campo sensorial pode ser grande ou pequeno, quanto menor o campo sensorial maior a capacidade discriminativa do receptor quanto maior a profundidade do receptor maior o seu campo sensorial.

    Dermatomoé o campo sensorial da pele de um nervo espinal vias aferentes somestesica.
    A via da coluna dorsal por três neurônios ligados em serie:
    1°- neurônio é um neurônio pseudo unipolar cujo o corpo está localizado no gânglio das raízes dorsal, ele leva a informação da pele até o bulbo.
    2°-neurônio está localizado nos núcleos grácil e cuneiformes lateral do tálamo e leva a informação ate a area somestesica primaria localizada no giro pós-central.

    Via espino talamica Neo espino talâmica, Espino reticular e Espino mesocefálica:
    Componentes perceptivos da dor
    1°-a via neo espino talâmica é responsável pela localização da dor.
    2°-a via espino reticular é responsável pelo alerta.
    3°-a percepção de angustia é fornecida pela via espino mesocefálica (angustia=medo)
    Membro fantasma Dor fantasma

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  • 04/27/15--17:55: Resumo - Fisiologia: Sinapse


  • Resumo 
    Fisiologia Sinapse


    Sinapse - É uma estrutura especial que permite a passagem do potencial de ação de um neurônio para outra
     Placa motora - junção neuro muscular, junção mio neural é uma sinapse especial que existe entre o neurônio motor e a fibra muscular estriada esquelética.
    Tipos de sinapse Elétrica - na sinapse elétrica o potencial de ação passa diretamente de um neurônio para o outro através das junções comunicantes.
    Hipocampo Química - É aquela na qual uma substância chamada de neurotransmissor é utilizada para estimular ou inibir um outro neurônio.

    Classificação das sinapses química:
    1-Axo-dendritica - É aquela que existe o axônio de um neurônio com o dendrito de outro neurônio.
    2-Axo-somática - É aquela que existe entre o axônio de um neurônio com o corpo de outro neurônio.
    3-Axo-axônio - É aquela que ocorre entre o axônio de um neurônio com axônio de outro neurônio.
    Quem manda a ordem é o neurônio pré-sináptico.
    O neurônio pós-sináptico é o que recebe a ordem.

    Componentes da sinapse:
     1° componente - botão sináptico é o alargamento da extremidade do axônio pré-sináptico.
     2° componente - membrana pré-sináptica é a parte da membrana do neurônio pré-sináptico que está em intimo contato com neurônio pós-sináptico ela é mais espessa porque possuem duas proteínas em grandes quantidades ad proteínas são canal de cálcio e receptadora.
     3° componente- membrana pós-sináptica- É a parte da membrana do neurônio pós-sináptico que está em intimo contato com o neurônio pré-sináptico, ela é mais espessa porque possui uma grande quantidade de uma proteína chamada receptor.
    4° componente- fenda sináptica- é o espaço compreendido entre as membranas pré e pós-sináptica. 5°componente- vesículas sináptica-ficam localizados no botão sináptico e serve para armazena os neurotransmissores.
    6° componente- neurotransmissor- É o sinal químico que é utilizado para estimular ou inibir o neurônio pós-sináptico.

    Classificação dos neurotransmissores:
    Tipos 1-exitatorio, 2-inibitorios e 3-moduladores.
    1-exitatorio, quando liberado na fenda sináptica estimula o pós a gerar potencial de ação Neurotransmissor excitatório- GLUTAMATO, ASPARTATO.
    2- neurotransmissor inibitório, quando liberado na fenda sináptica impede que o neurônio pós-sináptico gere potencial de ação Neurotransmissores inibitórios- GLICINA, GABA.
    3- neurotransmissor modulador é aquele que quando liberado na fenda sináptica pode excitar ou inibir o neurônio pós-sináptico dependendo do tipo de receptor presente na membrana pós-sináptica
    NEUROTRANSMISSOR MODULADOR Acetilcolina ,Adrenalina, Noradrenalina ,Serotonina Dopamina, Histamina.


    1- passagem do potencial de ação pela membrana pré-sináptica.
    2- abertura dos canais de cálcio da membrana pré-sináptica.
    3- entrada de cálcio no botão sináptico.
    4- descida das vesículas em direção à membrana pré-sináptica.
    5- função das vesículas com a membrana pré-sináptica.
    6- liberação do neurotransmissor na fenda sináptica.
    7- ligação do neurotransmissor com o receptor da membrana pós-sináptica.
    8- excitação ou inibição do neurônio pós-sináptico

    Finalização da ação do neurotransmissor:
    Recaptação, Inibição-enzimática, Dispersão tecidual.
    Recaptação-> na membrana pré-sináptica existe uma proteína chamada de Recaptadora que transporta rapidamente o neurotransmissor da fenda para o botão sináptico.
    Remédio para combater a depressão (FLUOXETINA)
    Inibição enzimática-> na fenda sináptica existe enzimas que transforma o neurotransmissor impedindo sua ligação com o receptor
    Dispersão tecidual-> é a fuga do neurotransmissor através da extremidade da fenda sináptica.

    Dos três o mais importantes é a Recaptação

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    Dengue - Manual de Enfermagem 
    Formato: PDF
    Número de páginas: 180
    Tamanho: 1.73 MB
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    A dengue no Brasil caracteriza-se por um cenário de transmissão endêmica/ epidêmica em grande parte do País, determinada principalmente pela circulação simultânea de vários sorotipos virais.

    Esse cenário de intensa transmissão tem contribuído para a mudança no perfil da doença no País. Entre as principais mudanças na epidemiologia da doença no Brasil, destaca-se a ocorrência cada vez maior de suas formas graves e de óbitos. Nos últimos dez anos foram notificados 82.039 casos graves e 2.931 óbitos, o que representa um aumento de 705% e 974%, respectivamente, se comparado com a década anterior.


    1 Introdução
    2 Atendimento de Enfermagem ao Paciente com Suspeita de Dengue 
    2.1 Classificação de risco 
    2.2 Estadiamento clínico
    2.3 Assistência de enfermagem
    3 Prevenção e Medidas de Controle
    3.1 Mobilização social e educação 
    3.2 Controle do vetor: ações integradas e intersetoriais 
    3.3 Promoção da integração do ACE na equipe de Atenção Básica
    3.4 Monitoramento dos casos na Atenção Básica
    3.5 Vigilância epidemiológica
    3.6 Assistência ao paciente com suspeita de dengue 
    Referências 
    Literatura Consultada 
    Anexos 
    Anexo A – Exames laboratoriais 
    Anexo B – Cartão de acompanhamento do paciente com suspeita de dengue 
    Anexo C – Verificação de sinais vitais
    Anexo D – Checklist: monitoramento dos pacientes internados
    Anexo E – Checklist: grupos A e B 


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    Sinais Vitais é a expressão aplicada à verificação da temperatura, freqüências cardíaca e respiratória e pressão arterial. Indicam as condições de saúde do indivíduo e até mesmo mudanças no estado geral deste, evidenciando o funcionamento e as alterações de diversas funções corporais.


    1.Temperatura corporal 

    Objetivos
    a) Conhecer as condições térmicas do paciente.
    b) Colaborar no diagnóstico e no tratamento de doenças.

    Materiais
    a) Termômetro.
    b) Cuba rim.
    c) Bola de algodão.
    d) Álcool a 70%.
    e) Relógio com ponteiro de segundos. f) Bandeja.

    Procedimentos
    • Reunir o material.
    • Higienizar as mãos.
    • Orientar o paciente e/ou acompanhantes sobre o procedimento a ser realizado.
    • Baixar a coluna de mercúrio do termômetro abaixo de 34ºC ou 35ºC.
    • Enxugar as axilas do paciente e colocar o termômetro fazendo pequena compressão.
    • Deixar durante 3 a 5 minutos, fazendo a leitura imediatamente.
    • Realizar assepsia do termômetro usando álcool a 70%.
    • Registrar na folha de gráfica ou observação de enfermagem o dado obtido.


    Valores de temperatura de acordo com o local de aferição


    Local

    Valoresnormais

    Oral

    36,4a37,4°C

    Retal

    36,2a37,8°C

    Axilar

    35,9a36,7°C


    Fonte:NETTINA,S.M.PráticadeEnfermagem.9.ed.RiodeJaneiro:GuanabaraKoogan,2011.


    Variações anormais de temperatura*
    • Hipotermia: abaixo de 36°C.
    • Estado febril: 37,5 a 37,7°C.
    • Febre: 37,8 a 39°C.
    • Hiperpirexia: 39,1 a 42°C.

    *Valores referentes a temperatura axilar
    ** Dados referente ao manual do Ministerio da Saúde "Dengue - Manual de Enfermagem 2013"
    *** Existe muita variação entre cada literatura, mas a grande maioria concorda que febre é partir de 37.5°C axilar.





    2. Pulso

    Objetivo
    a) Conhecer e avaliar as condições do sistema cardiovascular contribuindo para o diagnóstico e tratamento das doenças.

    Materiais
    b) Relógio com ponteiro de segundos.
    c) Caneta.

    Procedimentos
    • Reunir os materiais.
    • Higienizar as mãos.
    • Colocar os dedos indicador e médio sobre a pele onde passa uma artéria. Locais mais indicados: artérias temporais, facial, carótida, radical, cubital, umeral, femoral e dorsal.
    • Contar as pulsações durante um minuto, observando ritmo e intensidade, evitando verifi ar o pulso se a criança estiver chorando, após procedimento, manipulação ou após exercícios físicos, e se estiver dormindo, não despertar.
    • Registrar na observação de enfermagem, quando houver dificuldade na verificação e/ou forem encontrados valores anormais, comunicando ao médico imediatamente.

    Frequência do pulso normal

    Idade

    Batimentosporminuto(bpm)

    Recém-nascido

    120a170bpm(90a160bpm)

    Lactente

    80a160bpm

    Criançade1a5anos

    80a110bpm

    Criançade6a10anos

    90bpm

    Adolescentes

    60a90bpm

    Adultos

    90a100bpm

    Fonte:TRALDI,M.C.FundamentosdeEnfermagemnaAssistênciaPrimáriadeSaúde.Campinas:Ed.Alinea,2004.


    Tipos de pulsos
    • Pulso normocádico: Batimento cardíaco normal
    • Pulso rítmico: os intervalos entre os batimentos são iguais
    • Pulso arrítmico: os intervalos entre os batimentos são desiguais
    • Pulso dicrótico: dá impressão de dois batimentos
    • Taquisfigmia: pulso acelerado
    • Brasisfigmia: frequência abaixo da faixa normal
    • Pulso filiforme: indica redução da força ou do volume do pulso periférico







    3. Frequência cardíaca 

    Objetivos
    a) Conhecer e avaliar as condições cardiocirculatórias do paciente, contribuindo para o diagnóstico e tratamento das doenças.

    Materiais
    a) Álcool 70º.
    b) Estetoscópio de acordo com a faixa etária.
    c) Relógio com ponteiro de segundos.
    d) Bolas de algodão, solução desinfetante.

    Procedimentos
    • Reunir os materiais.
    • Higienizar as mãos.
    • Orientar o paciente ou o acompanhante sobre o procedimento a ser realizado.
    • Colocar o paciente deitado ou sentado, evitando realizar o procedimento se o menor estiver irritado ou chorando, pois irá alterar o resultado.
    • Realizar assepsia do estetoscópio e colocá-lo no ouvido.
    • Colocar o diafragma do estetoscópio no quinto espaço intercostal, próximo ao mamilo esquerdo, localizando onde o som é mais forte.
    • Contar durante um minuto os batimentos cardíacos.
    • Recolher os materiais e vestir o paciente.
    • Higienizar as mãos.
    • Registrar na observação de enfermagem e avisar o médico quando forem encontrados valores anormais.
    • Fazer a desinfecção do estetoscópio e guardar.




    Referência da frequência cardíaca (bpm)

    Idade

    Média

    Variação(bpm)

    024horas

    145

    80200

    17dias

    138

    100188

    830dias

    162

    125188

    13meses

    161

    115215

    306meses

    149

    100215

    612meses

    147

    100188

    13anos

    130

    80188

    35anos

    105

    68150

    58anos

    105

    68150

    812anos

    88

    51125

    1216anos

    83

    38125

    Fonte:SOCIEDADEBRASILEIRADECardiologia,Sociedadebrasileiradehipertensão,sociedadebrasileiradeNefrologia.VIDiretrizesBrasileirasdeHipertensãoDBHVI,RevBrasHipertensvol.17(1):4,2010




    4. Pressão arterial 

    Objetivo
    a) Avaliar as condições cardiocirculatórias, contribuindo para o controle das doenças e auxiliando no diagnóstico e no tratamento.

    Materiais
    a) Estetoscópio.
    b) Esfignomanômetro de acordo com a idade da criança ou diâmetro do braço do paciente.
    c) Bolas de algodão.
    d) Álcool 70º.
    e) Bandeja.

    Procedimentos
    • Reunir os materiais.
    • Higienizar as mãos.
    • Orientar o paciente e/ou acompanhante sobre o procedimento a ser realizado.
    • Colocar o paciente em posição confortável e com o membro apoiado.
    • Selecionar o manguito de tamanho adequado à circunferência do braço do paciente.
    • Colocar o manguito sem deixar folgas acima da fossa cubital, cerca de 2 a 3 cm.
    • Centralizar o meio da parte compressiva do manguito sobre a artéria braquial.
    • Estimar o nível da pressão sistólica (palpar o pulso radial e inflar o manguito até seu desaparecimento, desinflar rapidamente e aguardar um minuto antes da medida).
    • Palpar a artéria braquial na fossa cubital e colocar a campânula do estetoscópio sem compressão excessiva.
    • Inflar rapidamente até ultrapassar 20 a 30 mmHg o nível estimado da pressão sistólica.
    • Proceder à deflação lentamente (velocidade de 2 a 4 mmHg por segundo).
    • Determinar a pressão sistólica na ausculta do primeiro som (fase I de Korotkoff), que é um som fraco seguido de batidas regulares e, após, aumentar ligeiramente a velocidade de deflação.
    • Determinar a pressão diastólica no desaparecimento de som (fase V Korotkoff).
    • Auscultar cerca de 20 a 30mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento e depois proceder à deflação rápida e completa.
    • Se os batimentos persistirem até o nível zero, determinar a pressão diastólica no abafamento dos sons (fase IV de Korotkoff) e anotar valores da sistólica/diastólica/zero.
    • Esperar 1 a 2 minutos antes de novas medidas.
    • Retirar o aparelho do braço do paciente e deixá-lo confortável.
    • Registrar em prontuário os valores encontrados e comunicar ao médico em caso de anormalidade.
    • Recolher o material, fazer desinfecção do estetoscópio e guardar.

    Observação: em crianças, usar manguito apropriado para a idade e peso.



    Referência de normalidade para pressão arterial em crianças


    Idade


    PressãoSistólica(mmHg)

    PressãoDiastólica(mmHg)

    Recém-nascido

    6070

    2060

    Lactente

    87105

    5366

    Pré-escolar

    95105

    5366

    Escolar

    97112

    5771

    Fonte:AdaptadodeJyhJH,Nóbrega,RF,Souza,RL(coord).AtualizaçõesemTerapiaIntensivaPediátricaSociedadedePediatriadeSãoPaulo.

    O limite inferior da pressão arterial sistólica (PAS percentil 5) para crianças acima de 1 ano é calculado segundo a fórmula:
    • Pressão média sistólica = idade em anos x 2 + 70,
    • Achados de pressão arterial sistólica abaixo deste percentil ou valor sinaliza hipotensão arterial.



    Classificação da pressão arterial de acordo com a medida casual no consultório (>18 anos)


    Classificação

    PressãoSistólica(mmHg)

    PressãoDiastólica(mmHg)

    Ótima

    <120

    <80

    Normal

    <130

    <85

    Limítrofe

    <130139

    8589

    Hipertensãoestágio1

    140159

    9099

    Hipertensãoestágio2

    160179

    100109

    Hipertensãoestágio3

    180

    110

    Hipertensãosistólica



    isolada

    140

    <90

    Fonte:SOCIEDADEBRASILEIRADECardiologia,Sociedadebrasileiradehipertensão,sociedadebrasileiradeNefrologia.VIDiretrizesBrasileirasdeHipertensãoDBHVI,RevBrasHipertensvol.17(1):4,2010.

    Dimensões da bolsa de borracha para diferentes circunferências de braço de crianças e adultos

    Denominaçãodo           CircunferênciadoManguito                  braço(cm)

    Bolsadeborracha

    Largura

    Comprimento

    Recém-nascido

    10

    4

    8

    Criança

    1115

    6

    12

    Infantil

    1622

    9

    18

    Adultopequeno

    2026

    10

    17

    Adulto

    2734

    12

    23

    Adultogrande

    3545

    16

    32


    Fonte:SOCIEDADEBRASILEIRADECardiologia,Sociedadebrasileiradehipertensão,sociedadebrasileiradeNefrologia.VIDiretrizesBrasileirasdeHipertensãoDBHVI,RevBrasHipertensvol.17(1):4,2010.


    Tipos de pressão arterial
    • Hipertensão: PA acima da média
    • Hipotensão: PA inferior à média
    • Convergente: a sistólica e a diastólica se aproximam
    • Divergente: a sistólica e a diastólica se afastam





    5. Frequência respiratória 

    Objetivo
    a) Conhecer e avaliar as condições respiratórias do paciente.
    b) Detectar precocemente complicações.

    Material
    a) Relógio com ponteiro de segundos.

    Procedimentos
    • Reunir os materiais.
    • Higienizar as mãos.
    • Orientar o paciente e/ou acompanhante sobre o procedimento a ser realizado.
    • Manter o paciente em posição confortável, evitando que se irrite ou chore.
    • Expor a região do tórax e do abdome, de modo a observar os movimentos respiratórios.
    • Conferir os movimentos respiratórios durante um minuto.
    • Observar os casos de dispneia, cianose, ruídos respiratórios e obstrução nasal.
    • Registrar os dados na observação de enfermagem ou folha de controle.
    • Informar ao médico sobre as alterações encontradas.

    Valores normais para frequência respiratória

    Idade

    IncursõesRespiratóriasporMinutoIRPM

    Prematuro

    4060

    Recém-nascido

    3842

    3meses

    3035

    6meses

    2429

    1ano

    2324

    5anos

    1822

    15anos

    1622

    Adulto

    1618

    Fonte:CARVALHO,W.B;HIRSCHHEIMER,M.R;MATSUMOTO,T.TerapiaIntensivaPediátrica,ed.SãoPaulo:Atheneu,2006.

    Tipos de Respiração
    • Eupneia: respiração normal
    • Dispneia: é a respiração difícil, trabalhosa ou curta. É sintoma comum de várias doenças pulmonares e cardíacas; pode ser súbita ou lenta e gradativa.
    • Ortopneia: é a incapacidade de respirar facilmente, exceto na posição ereta.
    • Taquipneia: respiração rápida, acima dos valores da normalidade, frequentemente pouco profunda.
    • Bradipneia: respiração lenta, abaixo da normalidade
    • Apneia: ausência da respiração
    • Respiração de Cheyne-Stokes: respiração em ciclos, que aumenta e diminui a profundidade, com períodos de apneia. Quase sempre ocorre com a aproximação da morte
    • Respiração de Kussmaul: inspiração profunda seguida de apneia e expiração suspirante, característica de como diabético.
    • Respiração de Biot: respirações superficiais durante 2 ou 3 ciclos, seguidos por período irregular de apneia.
    • Respiração sibilante: sons que se assemelham a assovios


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    Dengue: diagnóstico e manejo clínico – adulto e criança
    Formato: PDF
    Número de páginas: 82
    Tamanho: 3 MB
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    Apresentação 
    1 Introdução 
    2 Espectro clínico 
    2.1 Aspectos clínicos na criança 
    2.2 Aspectos clínicos na gestante
    3 Atendimento ao paciente com suspeita de dengue 
    3.1 Caso suspeito de dengue 
    3.2 Anamnese
    3.2.1 História da doença atual 
    3.2.2 Epidemiologia 
    3.2.3 História patológica pregressa 
    3.3 Exame físico 
    3.3.1 Exame físico geral
    3.3.2 Prova do laço 
    3.3.3 Aparelho cardiopulmonar 
    3.3.4 Segmento abdominal 
    3.3.5 Sistema nervoso 
    4 Diagnóstico Diferencial 
    5 Classificação de risco 
    6 Estadiamento clínico e conduta
    6.1 Grupo A
    6.1.1 Caracterização
    6.1.2 Conduta 
    6.1.2.1 Conduta diagnóstica 
    6.1.2.2 Conduta terapêutica 
    6.2 Grupo B 
    6.2.1 Caracterização 
    6.2.2 Conduta 
    6.2.2.1 Conduta diagnóstica 
    6.2.2.2 Conduta terapêutica 
    6.3 Grupo C 
    6.3.1 Caracterização 
    6.3.2 Conduta 
    6.3.2.1 Conduta diagnóstica 
    6.3.2.2 Conduta terapêutica 
    6.4 Grupo D 
    6.4.1 Caracterização 
    6.4.2 Conduta 
    6.4.2.1 Conduta diagnóstica 
    6.4.2.2 Conduta terapêutica 
    6.5 Considerações importantes para os grupos C e D
    6.6 Outros distúrbios eletrolíticos e metabólicos
    que podem exigir correção específica 
    6.7 Distúrbios de coagulação (cardiopatias de consumo e plaquetopenia), hemorragias e uso de hemoderivados 
    6.8 Características do choque da dengue 
    6.9 Comparações entre SCD e choque séptico
    6.10 Causas do óbito 
    6.11 Indicações para internação hospitalar 
    6.12 Critérios de alta hospitalar 
    7 Confirmação laboratorial 
    8 Protocolo de investigação de óbitos suspeitos de dengue 
    8.1 Objetivos específicos do protocolo 
    8.2 Metodologia 
    9 Classificação de caso
    9.1 Caso confirmado de dengue clássica 
    9.2 Caso confirmado de febre hemorrágica da dengue 
    9.3 Dengue com complicações 
    10 Classificação clínica de dengue da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) 
    11 Parecer técnico para situações especiais 
    11.1 Prova do Laço 
    11.2 Comorbidades 
    11.3 Gestação e dengue 
    11.4 Uso de imunoglobina e corticóide 
    11.5 Homeopatia 
    Referências 
    Anexos 
    Anexo A – Antiplaquetários em dengue 
    Anexo B – Hidratação venosa em pacientes adultos cardiopatas com dengue 
    Anexo C – Tratamento da hipertensão arterial durante a infecção pelo vírus da dengue
    Anexo D – Cartão de acompanhamento do paciente com suspeita de dengue




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    Legislação e Código de Ética : Guia básico para o exercício da Enfermagem
    Formato: PDF
    Número de páginas: 68
    Tamanho: 2 MB
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    Falece o maior nome da enfermagem contemporânea - Prof. Dr. Elioenai Dornelles Alves.



    É com muito pesar que informo a morte do emérito Prof. Dr. Elioenai Dornelles Alves.

    O professor do Departamento de Enfermagem Elioenai Dornelles Alves morreu no sábado 4, após agravamento de seu estado de saúde.  Ex-presidente da Associação Brasileira de Enfermagem, o docente havia recebido em junho o título de professor emérito da Universidade de Brasília.

    Educador nato, promoveu uma revolução no ensino com metodologias inovadoras e motivadoras.
    Foi pioneiro na introdução do ensino à distância na área da ciências da saúde.
    Defensor público da enfermagem brasileira, sempre foi voz ativa em fóruns e cargos onde a enfermagem pudesse ser representada.
    Recebeu inúmeras títulos e premiações durante sua carreia na Enfermagem, sendo o título de professor emérito o marco final e o reconhecimento de seus grandes feitos pela educação Brasileira.

    Quem pode conhecê-lo, se impressionava com sua capacidade pedagógica de promover em cada individuo o máximo potencial intelectual .

    Com um dos maiores currículos da Enfermagem brasileira, foi exemplo e espelho na formação de gerações de enfermeiros.

    O Brasil perde um dos maiores Enfermeiros, Prof. Dr.  Elioenai Dornelles Alves, que deixa um grande legado para educação.



    Clique aqui é veja curriculo Lattes - CNPq
     http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4780101Y3


    Segue abaixo "um breve" resumo de sua formação e conquistas acadêmicas

    PROFESSOR TITULAR na UNB e PESQUISA SÊNIOR no Departamento de Enfermagem e do PG Ciências da Saúde na Universidade de Brasília. Docente no ensino de graduação em Enfermagem  e de pós-graduação como PROFESSOR PERMANENTE no Programas de PG Ciências da Saúde (Mestre e Doutorado e Enfermagem , atuando como COLABORADOR nos PG Administração. Ministra as disciplinas Práticas Educativas em Ciências da Saúde, Filosofia da Ciência da Saúde, Metodologia Científica Básica, Metodologia da Pesquisa em Administração e Seminários Avançados em Administração;  Consultor da CAPES na área internacionall; , Membro efetivo da Sigma Theta Tau International, capítulo rho upsilon da EERP.USP, Consultor do INEP até 2010, Executor de projetos do FNS - MS e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Membro do conselho editorial de periódicos da área de saúde e enfermagem. Ex-Presidente da Câmara Técnica de Pesquisa do Conselho Federal de Enfermagem (2007-2009). Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase em Promoção da Saúde, atuando principalmente nos seguintes ÁREAS TEMÁTICAS: POLITICAS E PRÁTICAS EM SAÚDE E ENFERMAGEM; GESTÃO DE POLÍTICAS PUBLICAS E CONTROLE SOCIAL. Em 2007 recebeu o Prêmio Excelência em EAD, no 13° Congresso Internacional de Educação a Distância, promovido pela ABED, 1° Lugar. Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (Mestrado e Doutorado) da Universidade de Brasília no período de 2009-4.1.2012. Coordenador atual do NESPROM - www.nesprom.unb.br e do LEPS com informações no mesmo site. Atual Editor Chefe da Revista Eletrônica GESTÃO E SAÚDE - www.gestaoesaude.unb.br Qualis B4 CAPES 2012. Em 2012 recebeu o PREMIO DESTAQUE EM PESQUISA No 18° Congresso Internacional da ABED, realizado em São Luis do Maranhão. Recebeu a HOMENAGEM À EXCELÊNCIA DA ENFERMAGEM BRASILIENSE 2014 do Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal.
    E  no dia 9 de junho de 2015 recebe o Título de Professor Emérito pela Universidade de Brasília.



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    Residente app
    Plataforma: AppleStore
    Tamanho: 18.7 mb
    Link para Download: ACESSAR

    Residente App é um aplicativo especializado no gerenciamento de pacientes no ambiente hospitalar. Os usuários poderão armazenar dados, gerenciar e compartilhar informações. Residente App organiza e facilita o trabalho médico diário. Disponibiliza de forma clara e completa telas para admissão, evolução diária, prescrição e exames complementares

    Residente App tem como principais usuários, residentes, médicos e estudantes de medicina, porém suas funcionlidades permitem serem utilizadas por dentistas, fisioterapeutas, enfermeiros, entre outros profissionais da saúde.

    Residente App é de fácil utilização e interface amigável.

    O aplicativo permite armazenamento de evoluções diárias.

    Tabela CID10 disponível para consulta e mais de 300 exames laboratoriais já cadastrados, podendo ser adicionado conforme sua necessidade.

    Cálculo de IMC e Clearence de Creatinina automático, na admissão e evolução do paciente.

    Controle de UTI completo.

    Armazenamento em Nuvem, podendo acessar de vários dispositivos através de uma conta.

    O aplicativo disponibiliza as seguintes funcionalidades:

    - Cadastro/Edição de pacientes;
    - Cadastro/Edição de internações;
    - Cadastro/Edição da admissão do paciente;

    - Gerenciamento de evoluções
    - Cria/Edita Evoluções diárias;
    - Para cada evolução criada o aplicativo disponibiliza, controle de enfermagem, medicamentos em uso, queixas, ao exame físico e conduta;
    - Permite exportar para PDF e enviar por e-mail ou para impressão; 

    - Gerenciamento de exames laboratoriais
    - Cria/Edita pedido de exames diários;
    - Para cada pedido de exame criado, um conjunto de exames é adicionado automaticamente, facilitando assim a digitação do resultado;
    - Filtros para busca de exames estão disponíveis;
    - Permite exportar para PDF e enviar por e-mail ou para impressão; 

    - Gerenciamento de Exames por Imagem
    - Cria/Edita pedido de exames diários;
    - Armazenamento ilimitado de imagens;

    - Gerenciamento de Prescições
    - Cria/Edita prescrições diárias;
    - Para cada prescrição criada, medicamentos podem ser adicionados;
    - Permite exportar para PDF e enviar por e-mail ou para impressão; 





    Conversando com  Rafael Moraes (Desenvolvedor do aplicatico) foi passado mais detalhes do App.


    História do Residente App

    Como começou


    Residente App, surgiu no dia 09 de setembro de 2013, após uma longa conversa com amigos estudantes de medicina e médicos que trabalham diariamente em hospitais.


                Pesquisas através da Apple Store, demonstraram que exite um grande potencial para este modelo de aplicativo no mercado.

               

    Contribuiram para o projeto médicos e estudantes de medicina, além da consultorias de professores do curso de medicina.

               

    No dia 17 de outubro de 2013, Residente App foi liberado para download. Atualmente está com aproximadamente 10.000 downloads.

               

    Sua nova foi lançada no mês de Junho de 2015, utilizando a tecnologia Cloud para amazenamento e compartilhamento das informações. Esperamos chegar aos 20.000 usuários no ano de 2015/2016.



    O que é residente app?


    Residente App é um aplicativo especializado no gerenciamento de pacientes no ambiente hospitalar. Os usuários poderão armazenar dados, gerenciar e compartilhar informações de seus pacientes entre os usuários. Residente App organiza e facilita o trabalho médico diário. Disponibiliza de forma clara e completa telas para admissão, evolução diária, prescrição, exames complementares e controle de UTI.


                Residente App tem como principais usuários, residentes, médicos e estudantes de medicina, porém suas funcionlidades permitem serem utilizadas por dentistas, fisioterapeutas, enfermeiros, entre outros profissionais da saúde.


    Usando a tecnologia Cloud Computing, Residente App, centraliza as informaçõe de forma segura, que permite através de um usuário e senha acessar seus dados de qualquer aparelho que contenha o Residente App instalado.


    Residente App é de fácil utilização e interface amigável, permitindo o usuário de utilizar somente as informações necessárias para preenchimento. O acesso a essas informações também é muito fácil, permitindo agilidade na hora de localizar um paciente.

               

                Funcionalidades como impressão das informações também estão disponiveis no aplicativo, permitindo que seus usuários gerem, imprimem ou até mesmo envie por emails, prontuários, prescrições, evoluções, entre outras informações.


                O aplicativo dispõe da tabela CID10 para consulta de doenças e também mais de 300 exames laboratorias para montar seu próprio laudo. Existe também a possibilidade de que usuários criem novos exames para serem utilizados no aplicativo.


    Cálculo de IMC e Clearence de Creatinina automático, na admissão e evolução do paciente também estão disponíveis no aplicativo.


                Um completo controle de UTI foi adicionado na versão 2, permitindo assim que usuários que tabalham diretamente ao setor de UTI, tenha um modulo específico.


    Vantagem de utilizar Residente App?

               

                A grande vantage na utilização do Residente App é que usuários poderão gerenciar seus próprios pacientes de forma fácil, segura e eficiente, além de poder compartilhar com outros usuários, facilitando assim a passagem de informações de seus pacientes.

               

                A versão 2 permite trabalhar desconectado da internet, sendo assim, podendo enviar esses dados de forma rápida e segura para nosso servidor Cloud.


    Segurança

               

                As informações armazenadas em nosso servidor, são totalmente criptografadas. Somente que tiver o aplicativo e acessar com seu usuário e senha, poderá visualizar as informações de seus pacientes.


    Arquitetura




    Dados Estatísticos


                Hoje após dois anos da criação do Residente App, contamos com uma base de dados de aproximadamente 10.000 usuários, sendo eles de vários setores da área da saúde, tais como, medicos, estudantes de medicina, dentistas, enfermeiros, entre outros.


                Residente App ficou por muito tempo entre os TOP 4 da área médica na AppleStore, sendo um dos mais baixados.


                Temos usuários de várias partes do mundo, Brasil, Portugal, Argentina, Chile, Peru, Estados Unidos, Espanha, Bolívia, entre outros paises que já baixaram e usam o Residente App.




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